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Projeto quer proibir empresas de carro-forte no perímetro urbano de SP

O projeto estabelece, por fim, que o recolhimento de valores, feito por carros-fortes, deverá ocorrer somente das 22h às 7h

Fonte: Por Folhapress
17 AGO 2016 22h00

Um projeto de lei apresentado neste mês e que tramita na Assembleia Legislativa paulista prevê o veto à instalação de empresas de transporte de valores no perímetro urbano das cidades.

Reportagem da Folha de S.Paulo publicada quatro dias antes da apresentação do projeto mostrou que há ao menos 34 bases de grandes empresas de transporte de valores, que movimentam cargas em carros-fortes, instaladas no Estado, sendo 26 delas no interior e no litoral.

Em Campinas há quatro bases e, em Bauru, Ribeirão Preto, Santos, São José do Rio Preto e São José dos Campos, três em cada uma.

O projeto, da deputada Célia Leão (PSDB), que está em fase de recebimento de emendas, também fixa horário para o suprimento e recolhimento diário de valores dos estabelecimentos comerciais e financeiros.

Conforme o projeto, a instalação deverá ocorrer em áreas rurais, onde não existam colônias agrícolas ou condomínios. No caso das empresas já existentes, elas terão prazo de dois anos para buscarem um novo espaço. O projeto estabelece, por fim, que o recolhimento de valores, feito por carros-fortes, deverá ocorrer somente das 22h às 7h.

A existência de empresas de segurança em áreas mistas -comerciais e residenciais- é alvo de investigação do Ministério Público Estadual em Ribeirão Preto, que teve um dos cinco mega-assaltos registrados desde novembro no Estado.

Um dos objetivos é saber quais critérios são usados para liberar alvará de funcionamento para as empresas.

Em Campinas, cidade alvo de dois roubos, um grupo de moradores já se uniu para pedir a saída das empresas de segurança das áreas residenciais.

Não resolve

De acordo com a ABTV (Associação Brasileira das Empresas de Transporte de Valores), a saída das bases dos locais em que estão atualmente apenas irá transferir o problema de lugar e a solução passa por coibir a entrada de armamento ilegal pelas fronteiras do país.

A principal arma usada para aterrorizar vigilantes das empresas de transporte de valores é a de calibre.50, capaz de derrubar aeronaves.

Depois da fase de recebimento de emendas, o projeto terá de passar por comissões da Assembleia e, se aprovado, irá para sanção, ou não, do governador Geraldo Alckmin (PSDB).

Publicado em: 19/08/2016 16:24:34

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